domingo, 13 de maio de 2007

Simplesmente Tulipas


Tulipas: um pouco de luz, cor e muita elegância.


Amarelas, rosas, vermelhas, brancas, laranjas, quase negras! Quem pensou que o charme das delicadas Tulipas nasceu nos campos Holandeses, enganou-se. A Turquia é o verdadeiro berço da magnânima flor que cobre Istambul como um interminável carpete de cores.

O botânico Conrad Von Gesner catalagou os bulbos da flor, coletados em Constantinopla (atual Istambul), e levou-os aos Países Baixos. As iluminadas Tulipas, nas férteis terras de sua nova residência, foram tão bem cuidadas, que hoje chegam a ser símbolo da Holanda.

A inspiração nos turbantes (“tulipan”) muçulmanos deu origem ao nome da flor, Tulipa, que realmente, se assemelha a essa indumentária masculina. Já os mais apaixonados chegam a dizer que a flor possui o formato de um coração.

As Tulipas, embora inodoras, possuem uma rara presença e elegância. Seu colorido e beleza transmitem encantos e mistérios, envoltos de amor, felicidade, paixão e prosperidade.


As Tulipas falam por si só.

sexta-feira, 6 de abril de 2007

Presente dos Deuses



O chocolate teve sua primeira aparição na história, na época das civilizações maia e asteca, na América Central. O deus Quetzacoatl lhes teria trazido dos céus o cacau, com o qual era produzida uma bebida fria e espumante chamada "tchocolath". Utilizada em cerimônias e rituais, era exclusiva dos reis e dos deuses, acreditava-se que tinha poderes afrodisíacos e fortificantes.

Diz a lenda, que o primeiro europeu a experimentar o chocolate foi Cristóvão Colombo. Aos poucos os espanhóis foram se acostumando ao sabor amargo do chocolate e acrescentaram-lhe mel, açúcar e outras especiarias. No século XVII, os monges aprimoraram seu sabor. No século seguinte o segredo mantido pelos espanhóis sobre o chocolate foi divulgado, aproximando os 4 cantos do mundo de tal divindade. O chocolate foi batizado com o nome "Theobroma" pelo botânico sueco Carlos Linnaeus, que em grego significa alimento dos deuses (nada mais justo!).

Chocolat du Jour - Rua Professor Atílio Innocenti, 32. Itaim Bibi. Tel: (11) 3168-2720 e Rua Haddock Lobo, 1672. Jardins.
Godiva - Rua Bela Cintra, 2164 - São Paulo - Tel: (11) 3081-5077.
Neuhaus - Shopping Iguatemi.

Publicada no site:
http://www.taste.com.br/

segunda-feira, 19 de março de 2007

Recicle suas fontes de energia

Pilhas e baterias impropriamente dispostas, ou seja, não recicladas representam um risco desnecessário ao meio ambiente e à população.

Desde que o físico italiano Alessandro Volta (1745-1827) descobriu, há 200 anos, que metais como zinco, cobre e prata, através de reações químicas, poderia produzir energia elétrica, fazendo surgir a primeira pilha, a humanidade passou a depender da tensão elétrica produzida por essa inovadora invenção.

As pilhas e baterias tornaram a vida moderna mais simples e ágil: podemos mudar o canal da televisão acionando com um controle remoto, ouvir rádios portáteis, usar lanternas, tirar fotos, falar ao celular, ver as horas em relógios de pulso, usar calculadoras, aparelhos de surdez, marca-passos, andar de carro, moto, movimentar máquinas, etc. As utilidades da pilha são infindáveis, porém embora tenham uma aparência inocente, podem se tornar grandes vilãs.

Componentes

Com a evolução dos estudos sobre fenômenos elétricos, diversas pilhas e baterias foram desenvolvidas através da utilização também de outros metais pesados, como chumbo, manganês, cádmio, cloreto de amônio, lítio, mercúrio, cobalto, o ferro e o magnésio. O zinco, o cobalto e o ferro em baixíssimas concentrações, são essenciais para os organismos vivos. Outros elementos como o mercúrio, chumbo e cádmio, não possuem quaisquer funções nutricionais ou bioquímicas. A degradação desses metais pesados pode levar entre 100 e 500 anos. Assim, após o término de sua vida útil, as pilhas e baterias tornam-se resíduos altamente perigosos se lançadas sem consciência no meio ambiente. Isso porque os metais pesados, por não serem biodegradáveis, entram nas cadeias alimentares e acumulam-se nos organismos dos seres vivos em quantidades superiores às necessárias, contaminando-os.

Consumo consciente

Embora no Brasil ainda haja pouca regulamentação e conscientização sobre a necessidade de reciclagem de pilhas e baterias, algumas empresas, como fabricantes, importadores, operadores de telefone celular, dentre outras, estão desenvolvendo sistemas para atender às especificações da Resolução do CONAMA e, assim, manter postos de recolhimento de pilhas, baterias e até mesmo celulares.

O consumo consciente também facilita a reciclagem e a reutilização dos materiais. As pilhas e baterias falsificadas, ou seja, fabricadas ilicitamente, que não obedecem às especificações legais, podem ser altamente tóxicas e até mesmo explosivas. A verificação por parte do consumidor sobre a qualidade e origem dos produtos adquiridos é essencial para que haja não apenas fiscalização por parte do governo, mas também reivindicações e controle por parte das pessoas.

A conscientização da sociedade sobre as relações entre o homem e a natureza é muito importante – e disso depende o futuro da Terra. Portanto, se tiver dificuldade em encontrar um posto para devolução, não hesite em contatar o fabricante. Faça a sua parte. Aproveitando esse espírito de conscientização, reutilização e reciclagem, e entrando no clima de Natal, vale lembrar que eletroeletrônicos também podem ser reaproveitados. As Casas André Luiz, que cuidam de mais de 1400 pessoas com necessidades especiais, e o Exército da Salvação, que atua mundialmente promovendo a assistência social, aceitam doações de eletrodomésticos, móveis, roupas, para que sejam reciclados e reaproveitados. E, para facilitar, retiram na sua casa. Recicle suas fontes de energia. Renove-se. Seja sempre solidário para construirmos um mundo melhor.

Serviços:
Casas André Luiz
Mercaduto Vila Galvão (Central de Doações)
Rua São Gabriel, 428 – Vila Galvão.
Tel: 0800-7734066

Exército da Salvação
Rua Juá, 264.
Publicada na Revista Fast Life

domingo, 11 de março de 2007

Misticismo na Grandiosa Machu Picchu


Machu Picchu ou “Montanha Velha”, cidade sagrada dos incas, localizada nos Andes, é uma das regiões de difícil acesso, mas de beleza inconfundível.


Acredita-se que foi construída há cerca de 6000 anos, mas só foi descoberta em 1911, tendo permanecido longe do alcance das conquistas espanholas e ignorada por muito tempo. Feita toda de pedras, com capacidade para abrigar cerca de 10.000 habitantes, Machu Picchu é considerada pelos peruanos como símbolo de uma época em que o país era só riquezas. Riquezas, histórias, lendas e mistérios de um tempo em que sequer o Peru tinha sido descoberto. A capital do Império Inca era a cidade de Cuzco, atualmente dominada por turistas e pelos “exploradores do turismo” de Machu Picchu. Quechuas, os índios das montanhas, legítimos herdeiros dos incas e mestiços compõem ¾ da população do país.

O caminho para as ruínas Incas tem início em Cuzco. Acompanhando os trilhos da ferrovia Quillabamba, que corta os vales da região dos Andes que por sinal tem uma maravilhosa vista dos cumes das montanhas nevadas, região que ficou conhecida por ser a maior produtora de folhas de coca do país. O primeiro indício de ruínas incas é o Km 82 da ferrovia Cuzco-Quillabamba, de onde é possível alcançar uma trilha de pedras, entre as montanhas, caminho construído há pelo menos 500 anos, fora da rota de turismo convencional. Aventureiros do mundo inteiro conhecem a grandiosidade da terra Inca, através da árdua caminhada de quatro dias, passando por quatro ruínas de cidadelas Incas, e finalmente culminando com a triunfal chegada em Macchu Picchu.

Os 35 km de caminhada, ao longo dos quatro dias parecem mágicos. Pessoas do mundo inteiro se dispondo a carregar roupa, barraca e comida para quatro dias, nas próprias costas (ou se for preguiçoso nas costas dos carregadores!), uns ajudando os outros, dividindo conhecimentos. Tudo isso para tentar desvendar algum mistério da fascinante e intrigante civilização Inca. Passando pelos caminhos construídos e utilizados pela própria civilização é muito fácil sentir a presença dos Incas na estrada. Há alguns quilômetros da cidade já é possível deparar-se com um prêmio: o mirante Intipunku que proporciona a primeira imagem das ruínas com a imponente montanha de Huayna Picchu ao fundo - lendária cidade dos incas. Uma imagem capaz de tirar o fôlego de qualquer ser humano. Depois disso, o último pedaço da trilha, uma leve descida e uma longa subida levam, finalmente, à tão esperada Machu Picchu.

Pouquíssimo se sabe ao certo sobre este Império, mas a versão mais aceita é a de que a cidade foi construída, provavelmente, no final do século XV e servia como um templo para rituais sagrados da nobreza inca e seus principais moradores eram os sacerdotes. Guiados pelo deus Sol, os Incas deixaram pouquíssimas certezas sobre sua passagem pela terra. Mas sem dúvida conseguiram despertar a curiosidade de diversas gerações.

Dicas e curiosidades:
1 - Machu Picchu fica bem no meio dos Andes, centro-sul do Peru.
2 - Machu Picchu está a cinco horas de trem ou a quatro dias de trilha a partir do km 82 da ferrovia Cuzco-Quillabamba.
3 - A melhor época é, sem dúvida, o inverno andino, de abril a setembro, quase não chove, ao contrário de outras épocas.
4 - Um grande problema é sempre o que levar. Então, se você for fazer a caminhada, aconselhamos que leve roupas grossas e confortáveis, um bom tênis, saco de dormir, capa de chuva, cantil, chocolates e frutas secas (que são energéticos), e é imprescindível a presença da máquina fotográfica. O material pesado, como por exemplo a barraca, pode ser alugado em Cuzco. Os cuidados com a água, embora a ameaça da cólera não seja mais tão grave, são extremamente importantes. Beba sempre água mineral fervida. Além disso, saiba que é comum o alto consumo de chá e folhas de coca, faz parte da cultura local e inibe os efeitos do mal de altitude.



Publicada no site: www.she.com.br

quinta-feira, 1 de março de 2007

Borbulhas Peroladas



A delicadeza do sabor do cava, espumante espanhol, aguça os mais exigentes paladares, ocupando as requintadas mesas do mundo.

As primeiras borbulhas do cava, espumante espanhol, foram produzidas por Josep Raventos Fatjó na tradicional casa Cordoniú, localizada na Catalunha. Raventos utilizou o conhecido méthode champenoise de segunda fermentação em garrafas, criado pelo monge beneditino francês, Dom Pierre Perignon. Fascinado pelas pequenas e delicadas bolhinhas, Raventos construiu uma adega subterrânea e fria para a produção do espumante no município de Sant Sadurní d’Anoia, próximo a Barcelona. A fórmula do elixir foi deixada para seu filho, Manuel, que colocou as primeiras garrafas no comércio, encantando primeiramente a nobreza, e depois enfeitiçando toda a população.

Um dos grandes segredos do cava está na quantidade de sua perlage, mini pérolas que surgem ao fundo, do copo, dando vida à bebida e causando sensações deliciosas na boca de seus amantes. Além disso, há seis tipos de nuances que distinguem esses vinhos de acordo com o teor de açúcar utilizado em sua produção: extra brut (0 a 6 gramas por litro); brut (0 a 15 g/l); extra seco (12 a 20 g/l); seco (17 a 35 g/l); semi seco (35 a 50 g/l) e dulce (mais de 50 g/l). Quanto mais doce o cava, mais gelado ele deve ser servido.

Uma das mais antigas adegas, Juve y Camps localizada na região da Catalunha, produz através do méthode champenoise o especialíssimo Cava Reserva de la Família. Este espumante permanece no mínimo de três anos na garrafa (classificação: crianza) e é elaborado com uvas macabeo, xarel.lo e parellada. Destaca-se por sua perlage, aromas frutosos, toques florais, ótima acidez e por seu final fresco e delicioso.

As comemorações, os momentos gostosos da vida, as realizações, os bons desejos merecem a riqueza e elegância das pérolas e borbulhas do Cava Reserva de La Família.


Península Importação e Exportação Ltda.

Fone: (11) 3822-3986

RJ - Fone: (21) 2529-8983

terça-feira, 20 de fevereiro de 2007

Suavemente Apimentado


Embora o Red seja o carro chefe da marca, a família conta com sabores como Tabasco Green Pepper Sauce, Tabasco Garlic e Tabasco Habanero.


Contando com uma bela ajuda do acaso, a família Mc. Ilhenny fez do Tabasco um dos molhos mais conhecidos e preferidos dos adeptos de uma dieta apimentada. A história desse difundido molho começa por volta de 1810, quando Mr. Mc. Ilhenny, então banqueiro em New Orleans, recebe de um amigo, supostamente um soldado americano vindo do México, algumas pimentas vermelhas do tipo capsicum frutescens, procedentes da América Central. Encantado com seu sabor, resolveu plantá-las em seu próprio jardim. Em 1863, com Guerra Civil americana, Mc. Ilhenny viu-se obrigado a abandonar não só o seu banco, mas também suas preciosas pimentas, exilando-se no Texas com toda a família. Ao voltar, notou que sua plantação estava muito mais viçosa, então aproveitou o momento da colheita e elaborou um molhinho vermelho, juntando a pimenta ao vinagre e ao sal. Em seguida distribuiu aos amigos e logo se deu conta de que algumas garrafinhas não dariam conta do recado. Hoje, as tais garrafinhas com molho vermelho são, nada mais nada menos que, Tabasco Brand Pepper Sauce, conhecido também por Red. A fama adquirida pelo Tabasco fez com que o produto fosse exportado para mais de 130 países e permitiu que a família crescesse, tendo como membros os molhos: Red, Green Pepper Sauce, Tabasco Garlic e Tabasco Habanero.

É importante dizer que não só de Red vive a família Mc. Ilhenny, o Tabasco Green Pepper Sauce, único irmão de cor verde, vem se destacando no mercado por atingir os consumidores que procuram um sabor nem muito picante, nem muito suave. Esse molho é feito com pimentas jalapeñas verdes, uma das mais populares do México e dos Estados Unidos. O nome é uma homenagem à cidade de Jalapa, capital de Vera Cruz, no México. A produção artesanal do molho permite um equilíbrio entre o quente e o morno, de forma a deixá-lo um pouco mais suave que outros da marca. Após a colheita manual, a pimenta é salgada, espremida e mexida para dar uniformidade ao produto, sendo que nenhum conservante ou corante é adicionado. O Tabasco verde combina com qualquer tipo de prato, desde aperitivos, passando por saladas, sopas, carnes e até mesmo bebidas ficam enriquecidas com seu sabor.

Para aquecer o inverno, o Taste recomenda o suave calor do Tabasco Green Pepper Sauce nas seguintes receitas:

Jalapeño Colada
Ingredientes:
4 cubos de gelo
60 ml de rum
30 ml de creme de coco
120 ml de suco de abacaxi
½ colher de sopa de Tabasco Green Pepper Sauce
Fatias de abacaxi
Modo de fazer:
Coloque os cubos de gelo e os ingredientes numa batedeira ou liquidificador. Bata até espumar. Sirva em uma taça de coquetel previamente gelada. Decore com as fatias de abacaxi.

Sopa de Alho-Poró e Batatas
Ingredientes:
¼ de xícara de manteiga ou margarina
2 alhos-porós grandes cortados
4 batatas descascadas e cortadas em cubo
4 copos de caldo de galinha
1 colher de Tabasco Green Pepper Sauce
¼ de colher de sal
Creme de leite e cebolinhas picadas para decorar

Modo de fazer:
Em uma caçarola derreta a manteiga e adicione alho-poró. Cozinhe por aproximadamente cinco minutos até que fique ligeiramente frito. Adicione as batatas e cozinhe por mais cinco minutos mexendo constantemente. Adicione o caldo de frango, o Tabasco Green Sauce e o sal. Deixe ferver em fogo alto. Em seguida, tampe e continue fervendo em fogo brando por quinze minutos ou até as batatas ficarem macias. Em um processador ou liquidificador coloque a mistura e bata. Para servir, divida em potes para sopa e decore com iogurte e cebolinhas.

Publicado no site: http://www.taste.com.br/

domingo, 11 de fevereiro de 2007

Nobre Caninha


A cachaça Nonô do Tijuco brinda o centenário do nascimento de Juscelino Kubitschek.



A cachaça começou a ser produzida no Brasil na época da colonização, nos antigos engenhos. A cana-de-açúcar trazida do sul da Ásia pelos portugueses produzia uma bebida que era desprezada, e portanto, destinada somente aos escravos.

Com o tempo ganhou qualidade e diversidade. Produzida de norte a sul do país, a bebida tornou-se sinônimo de Brasil e adquiriu diversos apelidos, pinga, garapa, manguaça, mé, branquinha, água que passarinho não bebe, goró, parati, caninha, caiana, birita.

Tal a paixão que ela desperta, que alguns amantes mais fervorosos da nossa cachaça dedicam-se bravamente à árdua tarefa de mudar a sua imagem de bebida barata de botequim, elevando-a ao nível de produtos premium como o whisky, single malt, o conhaque e outros destilados mundialmente considerados. Esse é o caso da recém lançada Nonô do Tijuco, aguardente de cana elaborada com um capricho artesanal. Sua elaboração respeita um ritual de paciência e qualidade. Há um cuidado todo especial, tanto na seleção da cana, quanto no corte, realizado na época do ponto máximo de sacarose. A fermentação é natural e a destilação em alambique tradicional. De sua forte fragrância de baunilha se esvai o perfume do carvalho onde envelheceu. Após um longo descanso de 14 anos dentro velhos barris escoceses, o grande e prazeroso momento da degustação finalmente chega.

Essa cachaça, idealizada por Antoninho Rapassi, Presidente do Instituto Cultural JK é exclusiva do Beco dos Barris, em Americana, do qual é provedor. Homenageia o centenário do nascimento do presidente Juscelino Kubitschek, homem público, dinâmico e sonhador, que além de Brasília, nos deixou o sorriso simpático de quem curte as boas coisas da vida e um imenso legado de trabalho.


Vendas com Exclusividade em São Paulo:
Lojas Suxxar
Av. Pedroso de Morais, 1282 - Tel: (11) 3034-2010
Av. Faria Lima, 4433 - Tel: (11) 3842-3200
Rua Haddock Lobo, 1025 - Tel: (11) 3081-1011

Publicado em 2002, no site:http://www.taste.com.br/