Pilhas e baterias impropriamente dispostas, ou seja, não recicladas representam um risco desnecessário ao meio ambiente e à população.
Desde que o físico italiano Alessandro Volta (1745-1827) descobriu, há 200 anos, que metais como zinco, cobre e prata, através de reações químicas, poderia produzir energia elétrica, fazendo surgir a primeira pilha, a humanidade passou a depender da tensão elétrica produzida por essa inovadora invenção.
As pilhas e baterias tornaram a vida moderna mais simples e ágil: podemos mudar o canal da televisão acionando com um controle remoto, ouvir rádios portáteis, usar lanternas, tirar fotos, falar ao celular, ver as horas em relógios de pulso, usar calculadoras, aparelhos de surdez, marca-passos, andar de carro, moto, movimentar máquinas, etc. As utilidades da pilha são infindáveis, porém embora tenham uma aparência inocente, podem se tornar grandes vilãs.
Componentes
Com a evolução dos estudos sobre fenômenos elétricos, diversas pilhas e baterias foram desenvolvidas através da utilização também de outros metais pesados, como chumbo, manganês, cádmio, cloreto de amônio, lítio, mercúrio, cobalto, o ferro e o magnésio. O zinco, o cobalto e o ferro em baixíssimas concentrações, são essenciais para os organismos vivos. Outros elementos como o mercúrio, chumbo e cádmio, não possuem quaisquer funções nutricionais ou bioquímicas. A degradação desses metais pesados pode levar entre 100 e 500 anos. Assim, após o término de sua vida útil, as pilhas e baterias tornam-se resíduos altamente perigosos se lançadas sem consciência no meio ambiente. Isso porque os metais pesados, por não serem biodegradáveis, entram nas cadeias alimentares e acumulam-se nos organismos dos seres vivos em quantidades superiores às necessárias, contaminando-os.
Consumo consciente
Embora no Brasil ainda haja pouca regulamentação e conscientização sobre a necessidade de reciclagem de pilhas e baterias, algumas empresas, como fabricantes, importadores, operadores de telefone celular, dentre outras, estão desenvolvendo sistemas para atender às especificações da Resolução do CONAMA e, assim, manter postos de recolhimento de pilhas, baterias e até mesmo celulares.
O consumo consciente também facilita a reciclagem e a reutilização dos materiais. As pilhas e baterias falsificadas, ou seja, fabricadas ilicitamente, que não obedecem às especificações legais, podem ser altamente tóxicas e até mesmo explosivas. A verificação por parte do consumidor sobre a qualidade e origem dos produtos adquiridos é essencial para que haja não apenas fiscalização por parte do governo, mas também reivindicações e controle por parte das pessoas.
A conscientização da sociedade sobre as relações entre o homem e a natureza é muito importante – e disso depende o futuro da Terra. Portanto, se tiver dificuldade em encontrar um posto para devolução, não hesite em contatar o fabricante. Faça a sua parte. Aproveitando esse espírito de conscientização, reutilização e reciclagem, e entrando no clima de Natal, vale lembrar que eletroeletrônicos também podem ser reaproveitados. As Casas André Luiz, que cuidam de mais de 1400 pessoas com necessidades especiais, e o Exército da Salvação, que atua mundialmente promovendo a assistência social, aceitam doações de eletrodomésticos, móveis, roupas, para que sejam reciclados e reaproveitados. E, para facilitar, retiram na sua casa. Recicle suas fontes de energia. Renove-se. Seja sempre solidário para construirmos um mundo melhor.
Serviços:
Casas André Luiz
Mercaduto Vila Galvão (Central de Doações)
Rua São Gabriel, 428 – Vila Galvão.
Tel: 0800-7734066
Exército da Salvação
Rua Juá, 264.
Desde que o físico italiano Alessandro Volta (1745-1827) descobriu, há 200 anos, que metais como zinco, cobre e prata, através de reações químicas, poderia produzir energia elétrica, fazendo surgir a primeira pilha, a humanidade passou a depender da tensão elétrica produzida por essa inovadora invenção.
As pilhas e baterias tornaram a vida moderna mais simples e ágil: podemos mudar o canal da televisão acionando com um controle remoto, ouvir rádios portáteis, usar lanternas, tirar fotos, falar ao celular, ver as horas em relógios de pulso, usar calculadoras, aparelhos de surdez, marca-passos, andar de carro, moto, movimentar máquinas, etc. As utilidades da pilha são infindáveis, porém embora tenham uma aparência inocente, podem se tornar grandes vilãs.
Componentes
Com a evolução dos estudos sobre fenômenos elétricos, diversas pilhas e baterias foram desenvolvidas através da utilização também de outros metais pesados, como chumbo, manganês, cádmio, cloreto de amônio, lítio, mercúrio, cobalto, o ferro e o magnésio. O zinco, o cobalto e o ferro em baixíssimas concentrações, são essenciais para os organismos vivos. Outros elementos como o mercúrio, chumbo e cádmio, não possuem quaisquer funções nutricionais ou bioquímicas. A degradação desses metais pesados pode levar entre 100 e 500 anos. Assim, após o término de sua vida útil, as pilhas e baterias tornam-se resíduos altamente perigosos se lançadas sem consciência no meio ambiente. Isso porque os metais pesados, por não serem biodegradáveis, entram nas cadeias alimentares e acumulam-se nos organismos dos seres vivos em quantidades superiores às necessárias, contaminando-os.
Consumo consciente
Embora no Brasil ainda haja pouca regulamentação e conscientização sobre a necessidade de reciclagem de pilhas e baterias, algumas empresas, como fabricantes, importadores, operadores de telefone celular, dentre outras, estão desenvolvendo sistemas para atender às especificações da Resolução do CONAMA e, assim, manter postos de recolhimento de pilhas, baterias e até mesmo celulares.
O consumo consciente também facilita a reciclagem e a reutilização dos materiais. As pilhas e baterias falsificadas, ou seja, fabricadas ilicitamente, que não obedecem às especificações legais, podem ser altamente tóxicas e até mesmo explosivas. A verificação por parte do consumidor sobre a qualidade e origem dos produtos adquiridos é essencial para que haja não apenas fiscalização por parte do governo, mas também reivindicações e controle por parte das pessoas.
A conscientização da sociedade sobre as relações entre o homem e a natureza é muito importante – e disso depende o futuro da Terra. Portanto, se tiver dificuldade em encontrar um posto para devolução, não hesite em contatar o fabricante. Faça a sua parte. Aproveitando esse espírito de conscientização, reutilização e reciclagem, e entrando no clima de Natal, vale lembrar que eletroeletrônicos também podem ser reaproveitados. As Casas André Luiz, que cuidam de mais de 1400 pessoas com necessidades especiais, e o Exército da Salvação, que atua mundialmente promovendo a assistência social, aceitam doações de eletrodomésticos, móveis, roupas, para que sejam reciclados e reaproveitados. E, para facilitar, retiram na sua casa. Recicle suas fontes de energia. Renove-se. Seja sempre solidário para construirmos um mundo melhor.
Serviços:
Casas André Luiz
Mercaduto Vila Galvão (Central de Doações)
Rua São Gabriel, 428 – Vila Galvão.
Tel: 0800-7734066
Exército da Salvação
Rua Juá, 264.
Tel: (11) 5591-7077
Fontes:
http://www.mma.gov.br/
http://www.abnee.org.br/
http://www.cempre.org.br/
http://www.inmetro.gov.br/
Fontes:
http://www.mma.gov.br/
http://www.abnee.org.br/
http://www.cempre.org.br/
http://www.inmetro.gov.br/
Publicada na Revista Fast Life
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